A Odontologia, assim como diversas áreas da saúde como a Psicologia, Fisioterapia e a vários segmentos da Medicina, conta com desafios constantes que servem de estímulo para pesquisadores, profi ssionais e estudantes. Um deles atende pelo nome de herpes labial, uma infecção causada por um vírus que se instala no organismo das pessoas e se manifesta de tempos em tempos em decorrência de estresse emocional, baixa imunidade e exposição à luz solar intensa, entre outros fatores. Não existem dados concretos que possam mensurar o quanto ela está presente no dia a dia do brasileiro, mas alguns especialistas arriscam dizer que 70% da população sofre desse mal. Muitas vezes em silêncio por causa da vergonha de admitir que tem a doença.
Consciente da importância de se tratar o herpes labial foi criado um grupo de estudos da UNIBAN que atua na Clínica de Odontologia, situada no campus Maria Cândida (MC). Como diferencial, eles utilizam a homeopatia como forma de minimizar esse problema. O responsável é o docente Mario Sérgio Giorgi, professor adjunto da Clínica Odontológica Integrada da UNIBAN. Ele afirma que “nosso trabalho tem o objetivo de avaliar se o medicamento homeopático consegue equilibrar o sistema imunológico do paciente. Dessa maneira ele vai ter um menor aparecimento da manifestação do herpes e, quando manifestada, o ciclo de duração também será menor”.
De acordo com o professor, “o herpes labial é um transtorno para o paciente
até do ponto de vista emocional. De acordo com o aparecimento da manifestação, tem pessoas que tem a cada 15 dias, ela cria certa restrição social por causa da aparência. Além de tudo é uma doença virótica, portanto contagiosa”. Dentro deste contexto, ele comenta que a doença desencadeia uma série de transtornos ao paciente como dor no local infeccionado, mal estar decorrente da difi culdade dese alimentar, perda de apetite e em alguns casos febre. Fora o incômodo que é o aparecimento das vesículas e o inchaço na região labial, algo que infl ui diretamente na autoestima do paciente, que acaba se isolando com vergonha de sua aparência.
O estudo divide os pacientes em três grupos. O primeiro é daqueles que já utilizam medicamentos antivirais quando a doença se manifesta. O segundo é de pessoas que há tempos não apresentam o quadro e entram no grupo de controle. “O terceiro é o grupo homeopático, em que o paciente passa por uma consulta. Como o medicamento homeopático é individualizado, na entrevista verificamos se o paciente está passando por alguma situação. Tem muito haver com o lado psicológico.
É o caráter da manifestação psíquica que o fragilizou. Como é uma doença
silenciosa, é nessas horas que o herpes se manifesta”, afirma o professor Giorgi.
Dificuldade em admitir a doença
O herpes labial é uma doença que carrega um forte estigma negativo. São poucas pessoas que admitem tê-la. De acordo com a aluna do 4º ano, Raquel Lidia Elisabeth, uma das colaborados do projeto, “muitos são contaminados ainda na infância, mas a doença se manifesta anos depois. Aí elas dizem que não tem herpes e sim que tomou muito sol ou comeu abacaxi e estourou uma ferida na boca”. Na opinião de Sonnelia Ariatna Sanchez, aluna do 3º ano de Odontologia e que faz parte da Iniciação Científica, “a maioria das pessoas tem vergonha em admitir que tenha herpes labial, pois relaciona a doença ao herpes genital, em que a contaminação ocorre com o sexo oral. Pode até ter relação, mas não necessariamente”.
O aluno Wagner da Costa Gabriel comenta que a maneira mais comum de contaminação do herpes labial é o beijo. “Imagina alguém com herpes manifestado numa balada. A chance de transmissão é muito grande. Mas a transmissão só ocorre quando a doença é manifestada. É quando as vesículas ficam aparentes, estouram e estão ricas de vírus”.
O grupo de estudo está aberto não só para alunos, funcionários e docentes da
UNIBAN Brasil. Qualquer pessoas pode se inscrever no grupo de estudos pelo
e-mail clinica.odonto@uniban.br ou pelo telefone (11) 2967-9033. O horário
de atendimento é das 8h às 14h, na Clínica de Odontologia do Campus MC (Rua Maria Cândida, 1.813, Vila Guilherme).
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Tenho 52 anos e tenho herpes labial desde a adolescência. Após uma gastroenterite passei a ter aversão a ingestão de ovos (frito,omelete, cozido)o que era uma rotina. Á partir da não ingestão de ovos notei que a ocorrencia da herpes diminuiu mais de 90%. Será que existe alguma relação?
Prezado Miguel uma avaliação homeopática com certeza te ajudaria a controlar o problema ok
duvidas estou a disposição abs
Dr. Mario Giorgi
vi ali sobre a pessoa falar q muitas pessoas ñ admitem q tem o herpes labial e falam q comeu um abacaxi e saiu a ferida mas eu ja estava a mais um ano sem sair nada na minha boca e nessa sexta feira tomei uma bebida q vem com abacaxi e hj nasceu a feridinha chata toda vez q como abacaxi nasce ano passado comi abacaxi duAS vezes no mes sairam 4 vezes seguidas na minha boca as feridas uma sarava dois dias depois nascia de novo…
Os alimento acidos são um dos fatores de aparecimento do Herpes. Busque um tratamento que valorize a seus sintomas, como por ex. Homeopatia ok abs Dr. Mario
eu tenho 16 anos e quando sai herpes em
mim eu fico louca. tento fazer de tudo para sara mais rapido . mas queria um tratamento eficaz.
e passar alco estorar as bolinhas resolve ?
eu sempre as estoros e passo alco . e depois passo a pomada aciclovir mas mesmo assim demora
oque eu faço? me ajudem por favor!…
boa noite!!!!
O ideal seria fazer uma consulta homeopatica para melhorar seu herpes ok abs
Sim pode ser, pois uns dos motivos do reaparecimento do herpes tem haver com a baixa imunidade.
estamos a disposição
abs
Dr. Mario Giorgi