Sou credenciada Be Flash. Ortodontia Invisível.

A Técnica Be Flash foi idealizada pela Dra. Maria Elisabeth de Oliveira no ano de 1992, e desde então esta técnica vem se desenvolvendo e se espalhando pelo mundo.

A Reabilitação Dinâmica Funcional dos Maxilares e Odontologia Sistêmica, que consiste em trabalhar o paciente de forma integral, abrangendo o corpo como um todo e não se fixando somente na boca. E a Técnica Be Flash veio possibilitar novos recursos, trazendo maior facilidade na elaboração dos aparelhos e maior qualidade dos materiais.

As Cápsulas Be flash permitem diversas movimentações dentárias, também servindo como placas miorrelaxantes (aliviando os traumas de oclusão, melhorando respiração e posicionamento da língua).

Elas possibilitam a movimentação do dente sem inclinação (coroa e raiz), por proporcionarem maior ancoragem, uma vez que abraçam o dente em toda sua extensão, chegando muitas vezes até a região gengival.

 

 

Elas buscam o equilíbrio muscular, oclusal e das bases ósseas, procurando criar espaços para evitar extrações, a fim de ‘levar o errado para o lugar certo’.

O método Be Flash surgiu para aprimorar os aparelhos encapsulados, antes confeccionados apenas em resina, com o objetivo de trazer mais conforto ao paciente, do ponto de vista funcional e também estético, e rapidez nas correções ortodônticas, além da agilidade na confecção e menores custos.

Agora sou credenciada neste método, e quero oferecer a você cliente em saúde o melhor e o mais moderno sistema de recuperação do sorriso. Agende uma consulta e vamos estudar o seu caso.

Abs

Dra. Jussara Jorge-Giorgi

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Dentista não é super heroí; mas cuida da saúde oral deles!!!

Atendemos seu filho, criança e  adolescente visando promover saúde, evitando o dano irreversível da cárie dentária e acompanhando o  seu crescimento para que ele  viva sem cáries, com dentes alinhados e com a oclusão normal.
Tratar cada necessidade no momento adequado ao nascimento dos dentes e ainda divertindo-o em um ambiente agradável e descontraído, é a nossa maneira de trata-lo.

Após a consulta e  diagnóstico inicial, iremos monitorar a erupção dos dentes, através de  visitas programadas , sempre  atuando preventivamente .

A prevenção e a manutenção da saúde oral, começa ainda na fase intra-uterina, e daremos a orientação a mamãe e ao futuro bebê.

Estou a disposição para mais esclarecimentos

abs

Dra. Jussara Jorge-Giorgi

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Bruxismo é uma desordem dentária altamente destrutiva

Quem convive com o problema de apertar e ranger os dentes enquanto dorme já deve ter ouvido a afirmação que o distúrbio tem como sua maior causa o estresse.

Um grupo de pesquisadores em dor orofacial e desordens do sono da PUC-RS, começa a dar uma nova abordagem ao problema, na qual o estresse deixa de ser o maior vilão do bruxismo para tornar-se apenas um coadjuvante. Para estes estudiosos, o distúrbio está associado à dificuldade de se respirar durante o sono leve – estágio anterior ao sono profundo.

A pesquisa demonstrou que o uso de um dispositivo de avanço mandibular (conhecido por “placa de ronco”) durante 30 dias melhorou significativamente o problema em quase 100% dos 28 pacientes estudados.

O bruxismo e a apneia têm relação à dificuldade da passagem do ar. “Imagine uma rodovia. No distúrbio, todos os carros passam com uma velocidade menor. Na apneia, nenhum carro passa”.

Alguns autores afirmam que bruxismo é todo contato de dentes que ocorre fora da função, já que o contato dos dentes só deve ocorrer na mastigação e deglutição, inclusive da saliva.

Nesses casos o tempo médio de contato diário fica em torno de 12 a 20 minutos. Qualquer contato fora disso é caracterizado como bruxismo. O distúrbio leva a uma grande força de contato entre as superfícies oclusais dos dentes superiores e inferiores e produz sons incômodos às pessoas próximas.

O primeiro estudioso do sono a descobrir a função do distúrbio para a respiração foi o cirurgião-dentista franco-canadense Gilles Lavigne. Conforme o pesquisador, quando uma pessoa está acordada, a cabeça fica na posição ereta e a mandíbula na horizontal.

Quando dorme, a cabeça fica na horizontal. A mandíbula fica na vertical e cai para trás. O bruxismo faz parte de um mecanismo de acordar/despertar, em geral no estágio do sono leve – quando a necessidade de oxigênio é maior do que no sono profundo. Sua função é manter a passagem das vias aéreas e a lubrificação da cavidade oral.

Mesmo acordado, a mandíbula é projetada à frente pelos músculos da região até os dentes entrarem em contato.

A musculatura fica tensa para evitar que a mandíbula volte a cair para trás. “É neste momento que a pessoa range e/ou aperta os dente”, observa Grossi.

Esse mecanismo evita que a mandíbula volte a cair para trás, o que reduziria novamente a passagem do ar na região do orofaringe – que fica atrás do nariz e da boca.

O bruxismo normal ou fisiológico não provoca sintomas. Já o patológico ocorre em pessoas com dificuldade de entrar em sono profundo. Quem fica muito tempo no sono leve pode ter até 40 minutos de bruxismo por noite. De manhã, tende a apresentar sensibilidade nos dentes da frente, dores de cabeça, na face e na articulação logo à frente dos ouvidos (articulação têmporo-mandibular). “Em longo prazo, corre o risco de ter desgaste excessivo dos dentes e o aumento do tamanho dos músculos da face”.

O distúrbio pode acontecer mesmo com a pessoa acordada, e sua etiologia é diferente do bruxismo do sono, e normalmente não possui sintomas. É apenas um hábito adquirido que precisa ser mudado.

Tratamento multidisciplinar

O tratamento clássico da doença pode ser feito por meio de placas para proteger dentes e relaxar os músculos. Os dispositivos de avanço mandibular ou “placas de ronco” eram originalmente usadas por pessoas com dificuldades de passagem de ar ao dormir (apneia/hipoapneia), mas essas placas agora mostraram no estudo também reduzir significativamente o bruxismo do sono.

Nem todos os casos podem ser tratados por cirurgiões-dentistas. “Se a pessoa tem problemas de bruxismo, ronco e apnéia, precisa procurar um laboratório do sono e ser avaliada por uma equipe médica, que vai investigar e fazer o diagnóstico. O tratamento  é multidisciplinar.

Um exame clínico correto vai indicar as possíveis causas do bruxismo. O tratamento vai desde uma simples orientação mastigatória com fisioterapia aplicada, até a necessidade de pequenos ajustes na oclusão removendo ou acrescentando material sobre os dentes, ou ainda com o uso de aparelhos ortopédicos funcionais.

A utilização de placas protetoras noturnas apenas impede um desgaste excessivo do esmalte dentário, porem modifica a altura da oclusão durante o período de uso. Durante o dia, sem a placa, a boca oclui em altura diferente podendo levar a uma desorganização do controle muscular.

Nem de longe o termo bruxismo é algo relacionado à bruxaria. No vocabulário odontológico significa apertamento dos dentes. O termo é derivado do francês “la bruxomanie”, utilizado para identificar um problema dentário desencadeado pelo movimento anormal da mandíbula.

Normalmente o ruído é tão forte, em intervalos intermitentes, que se assemelham com o barulho do atrito de duas pedras de granito. Somente alguns casos são diagnosticados precocemente, pois a pessoa portadora desse hábito não sabe o barulho que faz e muitas vezes, continua dormindo tranquilamente.

.Em compensação, a companheira ou companheiro que dorme junto é quem sofre ainda mais, mas, quase sempre, dá o alarme tardiamente, quando o desgaste dos dentes e a queda na qualidade de vida do paciente já estão em fase adiantada.

Um avaliação odontológica somada a uma abordagem homeopática, podem ajudar a controlar e tratar este problema.

Dra. Jussara S. Jorge Giorgi

Fonte: Paraná Online

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