Os dentes decíduos começam a erupcionar a partir do sexto mês de vida, iniciando pelos incisivos inferiores. Seguem a seqüência de erupção, os incisivos centrais e laterais superiores com um intervalo aproximado de dois meses.
A partir dos 16 meses de vida (1 ano e 4 meses) nascem os primeiros molares superiores a seguir os inferiores, depois os caninos e aos 18 meses erupcionam os segundos molares inferiores seguidos pelos segundos molares superiores, aos 24 meses.
Desta forma, com 2 anos e meio , o processo de erupção da dentição decídua estará completo e as crianças terão 20 dentes na boca, isto é, oito incisivos, quatro caninos e oito molares (Figura 1).
Figura 1 – Cronologia de erupção dos dentes deciduos
Fonte: McDONALD, R. E.; AVERY, D. R. Odontopediatria. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
A erupção dentaria e um processo fisiológico normal, que pode ser modificado por fatores individuais, ambientais e emocionais. Dessa forma, a criança poderá apresentar alguns sintomas locais e/ou sistêmicos durante a erupção de dentes deciduos. Embora essa relação seja duvidosa em alguns casos ou ate mesmo coincidente, diversos sintomas, normalmente observados pelos pais e profissionais de saude, são descritos na literatura como sialorréia (salivação), diarréia, sono agitado, irritabilidade, erupções cutâneas, febre e inapetência, entre outros. 
Os sintomas apresentados durante a fase de erupção dos dentes deciduos não podem ser unicamente atribuidos a esse processo; além do que são transitorios e não comprometem o estado de saude geral da criança por longo prazo. Outras causas devem ser investigadas pelos profissionais de saude para proporcionar condições favoraveis ao crescimento e desenvolvimento normal das crianças.
Consulte o Odontopediatra e saiba como aliviar estes
sintomas da criança.
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