Conheça o serviço de Homeopatia Odontológica da UNIBAN

Nesse video você conhecerá o trabalho do serviço de Homeopatia na Disciplina de Clinica Odontológica Integrada, apresentando o Curso de Odontologia da UNIBAN BRASIL.

Por meio da  abertura oferecida pela universidade em permitir  a incorporação da homeopatia na grade curricular, oferecendo incentivo a pesquisas entre outros,  foi que a aplicação da prática da homeopatia odontológica ao final de 2008,  conseguiu sua regulamentação pelo Conselho Federal de Odontologia, como uma habilitação.

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Mas como funciona na prática?

Essa é a pergunta não só de pacientes como também dos meus colegas dentistas. No video eu tiro todas essas dúvidas, como também apresento o caso da Sra. Marilene Reis, atendida pela Clinica Integrada há mais de três anos com uma nevralgia trigeminal. Para quem não conhece, é uma dor na lateral do rosto, causando “choques”. Ela mesma relata sua experiência de oito anos na busca incessante por um tratamento que trouxesse resultados. Marilene conta como a homeopatia odontológica solucionou seu problema.

Você também verá o depoimento de Isac Isac Trindade Junior, aluno da universidade,  falando sobre a importância de se ter a homeopatia odontológica como mais um diferencial incorporado em seu curriculo e Maria Lucia Abreu, relata quais os casos ela já viu ser tratado pela homeopatia odontológica na clínica integrada da universidade.  Segundo ela, a prática é muito utilizada principalmente em casos de pré operatório, ansiedade e medo.

Saiba como esta prática integrativa pode contribuir no atendimento odontológico, ajudando profissionais e pacientes.


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O uso da Homeopatia na Odontologia é alternativa para quem tem medo do tratamento

Analisando o decálogo de orientações publicada pela ADA American Dental Association (dentro de uma visão homeopática aplicada a Odontologia), orientando o cirurgião dentista no manejo da ansiedade e do medo dos pacientes, alguns com receio moderado e outros com quadros típicos de pânico, diante de uma necessidade de um atendimento odontológico, e que nos motivou a apresentar e divulgar a abordagem da Homeopatia, como um recurso terapêutico no atendimento a pacientes.

Para a homeopatia, além das constatações e dos exames realizados a partir de uma anamnese, investigasse detalhadamente o paciente através de suas queixas, para saber precisamente em que situações ele se difere dos outros que possuem o mesmo diagnóstico clínico, mas que faz deste enfermo um indivíduo em particular.

Aqui está a grande diferença, entre as terapêuticas, pois, enquanto uma generaliza todos os casos e os classifica em grandes categorias, a homeopatia individualiza cada caso, porque possui meios próprios que lhe permitem isso.

Para o Homeopata, o mais importante é o interrogatório feito ao enfermo, tanto é que Hahnemann, no Organon da arte de curar (Livro de Filosofia e Doutrina Homeopática) dedica 37 parágrafos a este tema. O interrogatório deve ser metódico, devendo-se evitar perguntas diretas, que forcem respostas como um sim ou um não, deve evitar também a indução de resposta ou perguntas que obriguem escolha entre alternativas, deixando o paciente completamente livre para sua resposta. A linguagem usada pelo profissional deve ser bastante acessível.

O profissional deve também falar o menos possível, apenas o necessário, só para deixar o paciente mais à vontade, procurando entender o seu medo ou qualquer outra manifestação. Deve ainda  cuidar, de não dirigir as perguntas por um caminho que leve a uma determinada resposta, induzindo a eleger um medicamento, e que muitas vezes não apresenta similitude com o indivíduo..

É comum os pacientes questionarem sobre as perguntas que se faz, pois aqueles que estão conhecendo a homeopatia, não estão acostumados com profissionais, em especial cirurgiões dentistas, que façam perguntas como:

- Certas pessoas sofrem quando suas coisas não estão meticulosamente em ordem, e você?

- Como você suporta a espera?

Não é comum o profissional querer saber com tanto interesse, sobre a vida em família, no trabalho, seu comportamento, caráter e etc..

As perguntas que se fazem podem estar como que agrupadas em:g

Sintomas Mentais:
Ou seja, perguntas que forneçam como respostas a maneira como reagem às suas emoções, alegrias e tristezas, preocupações, ciúmes, medos, humor, contrariedades e etc…h

Sintomas Gerais:
Nos dão conta do indivíduo todo, com suas reações a todas as influências externas: calor, frio, movimento, correntes de ar, etc…

Sintomas Locais :
Importantíssimos por serem manifestações, formas e sensações peculiares do sentir de cada um.

Se as respostas obtidas satisfazem plenamente, caracterizando o indivíduo em questão, se parte então para a repertorização, ou seja, procurar no Repertório, os medicamentos que podem ter estes sintomas.

Repertório significa lista, catálogo, coleção; é portanto um índice de sintomas, organizados para uma consulta rápida, onde todos os medicamentos que possuem os mesmos sintomas se agrupam.

Se  for encontrado um medicamento que se repete com mais freqüência, relacionados aos sintomas fornecidos pelo paciente, este será o medicamento que provavelmente, mais se adequa a ele.

Como já dissemos anteriormente, faz parte de nossa formação vermos o paciente dividido e assim sendo, caminharmos pelo imediatismo, tentando resolver apenas o problema que se apresenta.

Entre nós, cirurgiões dentistas, a prática que mais comumente encontramos é o organicismo. Então acaba-se, por exemplo, usando-se medicamentos com indicação para essa ou aquela patologia, mas se ao invés disso, tivermos a possibilidade de uma consulta com o interrogatório completo, com certeza traremos muito mais benefícios a esta pessoa que pode ter uma melhora geral e não só uma solução paliativa para um problema do momento.

E é por esse motivo que comumente ouvimos: “A homeopatia não trata a doença, mas sim o doente”; acontece que pessoas que passam por um mesmo distúrbio acabam tomando medicações diferentes, ou seja, medicações que se assemelham mais aos quadros apresentados.

Cada um de nós passa por problemas e os vive a sua maneira, é por isso que vemos pessoas sofrerem por coisas que consideramos pequenas e outros passam por problemas considerados bem mais sérios, como se nada estivesse acontecendo. Isso é devido a uma sensibilidade própria de cada um, chamada de Idiossincrasia que encontramos definido no dicionário Aurélio da Língua Portuguesa como sendo “a maneira de ver, sentir e reagir, própria de cada um”.

Por meio das informações elaboradas através do decálogo, se faz um exercício de como pode se modalizar os sintomas dos pacientes diante do medo de ir ao consultório dentário, dentro de uma abordagem homeopática.

Acompanhe no próximo post 10 Dicas que lhe ajudará  a lidar com o medo do tratamento, amenizando os sintomas, dentro de uma abordagem homeopática.

Fonte: Syntomia

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